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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

TEATRO RAUL CORTEZ CELEBRA 12 ANOS DE CULTURA NA BAIXADA FLUMINENSE

No dia 23 de setembro de 2006 Duque de Caxias ganhava o mais importante aparelho cultural público da América Latina, o Teatro Municipal Raul Cortez.
Com capacidade para 440 espectadores, o Teatro Raul Cortez faz parte do Centro Cultural Oscar Niemayer, que compreende ainda a Biblioteca Municipal Governador Leonel de Moura Brizola e o espaço público da Praça do Pacificador, no centro de Duque de Caxias. O palco tem a peculiaridade de ser reversível, assim os espetáculos podem ser apresentados para o público interno e externo.
Para celebrar o aniversário de 12 anos do Teatro Raul Cortez, a Secretaria Municipal de Cultura de Duque de Caxias presenteia o público com o espetáculo “Precisa-se de Velhos Palhaços”, com texto de Matei Visniec e direção de Anderson Marques.
A peça retrata o reencontro, depois de trinta anos, de três palhaços numa sala onde aguardam uma entrevista de emprego. São palhaços, mas também homens cheios de angústias, lembranças e histórias para contar. Uma mistura de drama e comédia. Encenada por Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha, do grupo Velhos Amigos. A peça é uma remontagem da peça do romeno Matei Visniec, originalmente chamada de “Um Trabalhinho para Velhos Palhaços”. O elenco é composto por Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha.
A Secretária de Cultura, Daniele Reis, afirmou que está feliz. “Nesse dia do espetáculo o teatro também começará a usar a utilizar a nova iluminação, conquistada através do último edital da Funarte. Além disso, é a data que o teatro foi inaugurado há 12 anos”.
A administração do teatro mantém parceria com as produções artísticas, através do projeto de formação de plateia, com a apresentação de vários espetáculos com entrada gratuita, priorizando estudantes da rede pública municipal. Mais informações sobre o Teatro Municipal Raul Cortez estão disponíveis emwww.facebook.com/teatromraulcortez/
Espetáculo marca a estreia dos novos equipamentos de iluminação cênica
No aniversário de 12 anos do Teatro Municipal Raul Cortez o público ganha mais um presente, com a estreia dos equipamentos de iluminação cênica com os quais o município foi contemplado através do Edital da Fundação Nacional de Artes (Funarte) de Iluminação Cênica 2017. O Teatro Municipal Raul Cortez foi escolhido entre dezenas de concorrentes, como um dos 54 espaços cênicos contemplados pelo Edital.
Para a secretária municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias, Daniele Reis, ser o único espaço público cênico contemplado pelo Edital Funarte na Baixada Fluminense, foi uma grande vitória para a gestão, para o ator e para o público. “Estamos muito felizes. É uma resposta a todo o trabalho que a atual gestão municipal e a SMCT vem desenvolvendo para revitalizar a cultura no município. Que venham mais editais como este, para que a cultura de Duque de Caxias seja valorizada. Quem ganha é o público, o cidadão caxiense”.
O conjunto de equipamentos de iluminação cênica recebido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo é composto por uma mesa digital de controle de iluminação, seis módulos de potência digital de 12 canais, dezesseis projetores plano convexo com lâmpada halógena, dez projetores Fresnel OM com lâmpada halógena, seis projetores elipsoidal com lâpada halógena, oito refletores Set-light com lâmpada halógena, doze refletores PAR 64, doze lâpadas PAR 64 e seis cabos de interligação.
Serviço:
“Precisa-se de Velhos Palhaços”
Estreia: Dia 23 de setembro, às 17h
Local: Teatro Municipal Raul Cortez
Endereço: Praça do Pacificador, Centro - DC
Classificação Indicativa: a partir dos 10 anos
Duração: 50 minutos
Entrada Gratuita
Ficha Técnica do espetáculo
Texto: Matei Visniec
Direção: Anderson Marques
Elenco: Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha
Figurino: Grupo Velhos Amigos
Figurino e maquiagem: Tiago Costa
Iluminação: Pablo Rodrigues




segunda-feira, 17 de setembro de 2018

‘Zilda Arns – A dona dos lírios’ estreia, dia 21 de setembro

Em homenagem à medica sanitarista, o espetáculo
‘Zilda Arns – A dona dos lírios’ estreia, dia 21 de setembro, no Teatro Candido Mendes, em Ipanema

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Com direção de Luiz Antonio Rocha e intepretação de Simone Kalil,
o monólogo leva à cena os momentos mais importantes da fundadora
da Pastoral da Criança, três vezes indicada ao Prêmio Nobel de Paz,
e responsável por importante redução da mortalidade infantil no Brasil


“Se queres a paz, prepare-te para a guerra” é um conhecido provérbio romano que parece ter sido adotado com precisão cirúrgica pela médica Zilda Arns. Indicada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz e fundadora da Pastoral da Criança, a sanitarista comprou muitas brigas para alcançar seu projeto de vida: a redução da mortalidade infantil no país. Agora, essa trajetória de luta e sucesso é revivida no espetáculo ‘Zilda Arns – A dona dos lírios’, que estreia dia 21 de setembro, no Teatro Candido Mendes, em Ipanema. Com direção de Luiz Antonio Rocha, interpretação de Simone Kalil e texto da dupla, o monólogo ficará em cartaz de sexta a domingo, às 20h, com patrocínio da EDF Norte Fluminense. A peça repete a parceria iniciada na consagrada peça ‘Brimas’, dirigida por Luiz e com texto de Simone e Beth Zalcman, e terá uma porcentagem da venda de ingressos doada para a Pastoral da Criança.

Zilda Arns visitou todas as cidades brasileiras – chegou com a missão de salvar vidas de norte a sul do país, de lixões a aldeias indígenas, das periferias dos grandes centros aos interiores sertanejos, nenhum lugar lhe escapava. Um trabalho desbravador, que muitas vezes lembra a expedição dos irmãos Villas-Bôas. Idealizadora do projeto, a atriz Simone Kalil viajou a Curitiba, para visitar a sede da Pastoral da Criança e o Memorial da Vida, museu sobre o legado da Dra. Zilda Arns. Nessa viagem, conheceu um pouco mais sobre sua personagem conversando com familiares, amigos e pessoas que conviveram de perto com a médica.

“Acho fundamental resgatar os legados deixados pelas grandes mulheres brasileiras, como a Dra. Zilda. Ela foi uma grande mulher que defendia outras mulheres. Tinha um objetivo claro, que era a redução da mortalidade infantil no Brasil, e comprava brigas com muita gente para seguir esse projeto de vida”, conta Simone Kalil.  “O teatro em que eu acredito é o do afeto, usar a arte para multiplicar afetos, espero que os espectadores sintam-se inspirados ao conhecer mais a trajetória desta médica”.

Diretor de extrema sensibilidade e colecionador de sucessos em espetáculos como “Uma Loira na Lua”, “Eu te Darei o Céu”, “Brimas” e “Frida Kahlo – A deusa tehuana’, Luiz Antonio Rocha conta que a Zilda Arns que o espectador vai encontrar no espetáculo é diferente daquela a que estávamos acostumados a ver em programas de TV.

“Ela era doce, da paz e muito religiosa, e era assim que ela aparecia na mídia. Na peça, vamos conhecer uma Zilda “bélica”, diferente da figura pública. Uma mulher de fibra, para quem não existia obstáculos, que enfrentou cardeais, ministros e presidentes, uma mulher que elegeu o combate à mortalidade infantil como missão e que, com a morte de seu primogênito, decidiu estancar a dor e lutar pela vida”, frisa o diretor.

Esse trabalho desbravador da sanitarista estará impresso no cenário (de Luiz Antonio Rocha e Eduardo Albini), figurinos (de Caká Oliveira) e composição sonora (Beá) da montagem. “O cenário e o figurino fazem parte desse Brasil, pouco conhecido até muitas vezes pela Dra. Zilda. Um Brasil profundo, de raízes, de miscigenação, de contrastes sociais, que é tão rico e belo quando sua extensão. Através de objetos, sons, texturas e atmosferas de um país que já não existe mais, além do olhar afetuoso da Dra. Zilda, vamos revelando os lugares percorridos por ela e o que aconteceu depois das suas missões”, explica Luiz Antonio Rocha.

Dra. Zilda morreu, em 2010, durante o terremoto que devastou o Haiti. A médica estava lá em missão humanitária, com o objetivo de fundar a Pastoral da Criança naquele que é o país mais pobre da América Latina. Morreu dentro da igreja, antes de seu discurso de inauguração, mas seu legado fica para sempre.

Sinopse

A trajetória da médica sanitarista Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança e indicada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz.

Sobre Zilda Arns

Filha de alemães, Zilda Arns Neumman nasceu em 1934, em Forquilhinha, Santa Catarina. Médica pediatra e sanitarista brasileira, irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, foi fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, que completa 35 anos em 2018, e da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Com iniciativas relativamente simples como as campanhas do soro caseiro e da amamentação e a pesagem regular de crianças até 2 anos, a médica conseguiu reduzir em 60% os índices da mortalidade infantil no Brasil nos anos 80. A Pastoral da Criança, fundada no Paraná, foi expandida para outros 26 países, além de estar presente em quase todas as cidades brasileiras. Dra. Zilda morreu, em 2010, durante o terremoto que devastou o Haiti.


Ficha técnica:

Texto: Luiz Antonio Rocha e Simone Kalil
Direção: Luiz Antonio Rocha
Elenco: Simone Kalil
Direção musical, composição sonora e execução: Beá
Iluminação: Ricardo Lyra
Cenário: Luiz Antonio Rocha e Eduardo Albini
Figurino: Caká Oliveira
Assistente de direção: Valéria Alencar
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Preparação vocal: Jane Celeste
Preparação corporal: Roberto Rodrigues
Direção de Produção: Maira Magalhães
Fotos: Dalton Valério
Arte Gráfica: Duda Simões (Tangerina)
Realização: Mabruk Produção Cultural e Artística

Serviço:
Zilda Arns – A dona dos lírios
Temporada: 21 de setembro a 4 de novembro.
Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
Telefones: 2523-3663.
Dias e horários: Sexta a domingo, às 20h.
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
Lotação: 103 pessoas
Duração: 1h
Classificação indicativa: Livre
Funcionamento da bilheteria: Diariamente, a partir das 14h.


Racca Comunicação

Rachel Almeida
(21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | racca.almeida@gmail.com

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Mônica Salmaso expõe em show no Rio a imensidão do samba de Wilson Baptista

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Nova iluminação do Teatro Raul Cortez em Duque de Caxias

Duque de Caxias é o único município da Baixada Fluminense a ter um aparelho cultural público contemplado pelo Edital da Fundação Nacional de Artes (Funarte) de Iluminação Cênica
A Prefeitura de Duque de Caxias, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, tem boas notícias para compartilhar com os cidadãos caxienses. Mais uma vez, Duque de Caxias se destaca na área da arte e cultura na Baixada Fluminense, ao ter o Teatro Municipal Raul Cortez escolhido entre dezenas de concorrentes, como um dos 54 espaços cênicos contemplados pelo Edital Funarte de Doação de Equipamentos de Iluminação Cênica 2017.
Participaram deste edital instituições públicas, associações, cooperativas, companhias, coletivos, circos ou empresas privadas sem fins lucrativos, de todo o território nacional, que exerçam atividades dirigidas à cultura. Com este processo seletivo, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), espera contribuir para a melhoria técnica e artística de espaços direcionados à prática de atividades cênicas, como circo, dança e teatro.
Para a secretária municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias, Daniele Reis, ser o único espaço público cênico contemplado pelo Edital Funarte na Baixada Fluminense, foi uma grande vitória para a gestão, para o ator e para o público. “Estamos muito felizes. É uma resposta a todo o trabalho que a atual gestão municipal e a SMCT vem desenvolvendo para revitalizar a cultura no município. Que venham mais editais como este, para que a cultura de Duque de Caxias seja valorizada. Quem ganha é o público, o cidadão caxiense”.
Para o administrador do Teatro Municipal Raul Cortez, Johnny Rocha, a doação dos novos equipamentos cênicos vem reconhecer e coroar o trabalho desta gestão a frente da Cultura no município. “Como administrador só tenho a agradecer a secretária de Cultura Daniele Reis, ao prefeito Washington Reis e a toda a equipe que trabalha comigo no Teatro, por sua dedicação. Recebemos esse espaço sucateado, com vários problemas de infraestrutura, mas com apoio da SMCT e muito trabalho, revitalizamos o espaço. Hoje, podemos receber o público com conforto e segurança, além de oferecermos os melhores espetáculos em cartaz. A vitória deste Edital Funarte vem trazer mais qualidade para nossas apresentações e com certeza o maior beneficiado é o público. Nossa agenda de espetáculos está bem concorrida. Temos aqui o mais bem equipado e estruturado aparelho cultural de toda a Baixada”.
O conjunto de equipamentos de iluminação cênica recebido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo é composto por uma mesa digital de controle de iluminação, seis módulos de potência digital de 12 canais, dezesseis projetores plano convexo com lâmpada halógena, dez projetores Fresnel OM com lâmpada halógena, seis projetores elipsoidal com lâpada halógena, oito refletores Set-light com lâmpada halógena, doze refletores PAR 64, doze lâpadas PAR 64 e seis cabos de interligação.

Teatro Municipal Raul Cortez

O Teatro Raul Cortez foi inaugurado em 2006 e tem capacidade para 440 espectadores. É o terceiro maior palco do Estado do Rio de Janeiro e o maior aparelho cultural público da Baixada Fluminense. O palco tem a peculiaridade de ser reversível, assim os espetáculos podem ser apresentados para o público interno e externo. O Teatro Raul Cortez faz parte do Centro Cultural Oscar Niemayer, que compreende ainda a Biblioteca Municipal Governador Leonel de Moura Brizola e o espaço público da Praça do Pacificador, no centro de Duque de Caxias.
A administração do teatro mantém parceria com as produções artísticas, através do projeto de formação de plateia, com a apresentação de vários espetáculos com entrada gratuita, priorizando estudantes da rede pública municipal. Mais informações sobre o Teatro Municipal Raul Cortez estão disponíveis em www.facebook.com/teatromraulcortez/ .