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terça-feira, 5 de junho de 2018

Bibi Ferreira está internada em hospital do Rio de Janeiro



sexta-feira, 25 de maio de 2018

Companhia de teatro de Caxias promove oficinas e estreia peça infantil no Teatro Raul Cortez

Três anos depois de sua fundação, a companhia Contando Histórias Produções Teatrais não teria melhor lugar para comemorar: no palco. O grupo estreia, no dia 3, a peça infantil “O quarto de Giulia”, no Teatro Municipal Raul Cortez, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
É o quarto espetáculo da companhia que, este ano, está oferecendo oficinas culturais a preços populares. A iniciativa é um antigo sonho da diretora geral e fundadora do grupo, Beatriz Nobrega.
— Sou filha de uma faxineira e de um vidraceiro. Estudei com bolsa integral na escola particular onde minha mãe trabalhava. Lá, tinha aulas de teatro. Quando conclui o ensino médio, meus pais pagaram alguns cursos livres de teatro. Tinha amigos na Baixada que gostavam de teatro, mas não podiam fazer um curso — lembra.
Daí, nasceu o desejo de oferecer cursos de teatros na Baixada a preços acessíveis. Mas, para isso, o grupo tinha um desafio pela frente: o de conseguir seu próprio espaço. Por dois anos, a companhia, que começou com cinco e hoje tem 20 integrantes, ensaiava na garagem da casa de Beatriz e na sala de academia em Caxias.
Há dois meses, eles conseguiram um espaço, o Cine Teatro Carlos Manga, no Parque Araruama, em São João de Meriti. Lá, alugam por um valor simbólico parte de um imóvel onde há um teatro. Lá podem ensaiar e também fazer as oficinas.
O ator e cenógrafo Levi Souza é o coordenador pedagógico das oficinas que são dadas pela companhia. Ele conta que a proposta é capacitar os apaixonados pela arte:
— A gente acredita numa arte que transforma, molda o caráter. Para a gente, é incrível trazer estas oficinas para um público carente de arte.
Estão abertas as inscrições para oficinas de canto, violão, teatro musical, inicial teatral, interpretação para TV e cinema. Elas custam R$ 30 e são feitas pelo email ctcarlosmanga@gmail.com. Apesar do novo teatro, a companhia ainda está equipando seu novo espaço. Para isso, conta com parcerias e patrocínio de alguns pequenos comerciantes. Na internet, a companhia criou vaquinha para compra de equipamentos. O link é o www.vakinha.com.br/vaquinha/cine-teatro-carlos-manga-equipamentos.
O diretor artístico da companhia, Bruno Petram, sonha com a carreira de ator desde os 5 anos. Não teve condições financeiras de estudar teatro. Aos 14 anos, atuou na igreja onde frequentava. Aos 16, começou a cantar. A vida seguiu outro curso e ele se formou em engenheiro agrônomo. Mas o amor pelo teatro falou mais alto. Aos 25, largou tudo pela arte.
— Tive que guardar o meu sonho, mas o sonho de ninguém precisa morrer por falta de dinheiro — ressalta Bruno, aos 27 anos, que já se apresentou para alunos da rede pública e em abrigos.
Foi Bruno Petram quem escreveu a peça “O quarto de Giulia” é sobre o sumiço do grande livro de todos os contos. As histórias também desaparecem e as princesas mais antigas do reino atravessam para o mundo real, através do guarda-roupa no quarto de Giulia, em busca do livro. A peça também aborda o divórcio dos pais de Giulia. A peça estreia no dia 3, às 16h, no Teatro Raul Cortez. Dias 30 de maio e 6 de julho, haverá apresentação gratuita para alunos da rede pública. As escolas podem ser cadastradas pelo email ctcarlosmanga@gmail.com

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Sucesso de público e de crítica, ‘Brimas"

Sucesso de público e de crítica, ‘Brimas’ volta
ao cartaz, dia 02 de junho, para sua 10ª temporada
no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea
 
Visto por quase 50 mil espectadores, espetáculo é baseado nas histórias das avós das atrizes Beth Zalcman, Simone Kalil. Com direção de Luiz Antônio Rocha, peça conquista a plateia ao tratar do tema da imigração com afeto, humor, emoção e cumplicidade

Há dois anos e meio em cartaz sem patrocínio, indicado ao Prêmio Shell de melhor texto e visto por quase 50 mil espectadores, o espetáculo ‘Brimas’ tem um segredo para o sucesso: é a alta dose de afeto, que está presente na história criada pelas atrizes Beth Zalcman e Simone Kalil, e na relação com o público, de troca, cumplicidade e até confissões. Com direção de Luiz Antônio Rocha, a peça volta ao cartaz no Rio, depois de um ano de viagens, para sua 10ª temporada, agora no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 02 a 23 de junho, sempre aos sábados, às 19h.

A partir de fatos vividos por suas avós, Beth e Simone escreveram a peça para trazer ao palco as matriarcas Ester e Marion. Ambas saíram jovens de seus países de origem, Egito e Líbano respectivamente, e foram acolhidas no Brasil no início do século passado. As personagens, uma judia e a outra católica maronita, estabelecem uma relação de amizade, convivendo com tolerância e respeito, valorizando a riqueza da diversidade cultural e religiosa de cada uma.

“No final de 2015, fomos invadidos por imagens e notícias sobre os refugiados sírios, exatamente quando estreávamos ‘Brimas’, ressignificando nosso projeto. Tolerância, respeito, direitos, identidade, imigração, fronteiras, ganharam força com a realidade retratada pela mídia. Nossa peça, construída por memória afetiva e força cultural vinda das matriarcas Ester e Marion, foi fortalecida por esses ingredientes humanos e importantes para todos... os que ficam, os que vão, os que tem sua terra, os que são exilados”, explica a atriz e autora Simone Kalil.

Na peça, as imigrantes revivem suas histórias enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria. A peça reflete o Brasil que acolhe as diferentes culturas, misturando e unindo nacionalidades e crenças religiosas. É um contraponto à realidade atual em que tantos refugiados no mundo têm suas travessias interrompidas.

A montagem estreou em novembro de 2015 no Rio de Janeiro, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto. Desde então, já se passou por uma série de teatros no Rio e em São Paulo. A aceitação e identidade com a plateia foram imediatas em todas as temporadas. “É uma peça que tem muito humor, mas é profunda. Sobrevivemos sem patrocínio porque ‘Brimas’ comove as pessoas, faz com que elas pensem na própria história”, acrescenta o diretor Luiz Antônio Rocha.

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. “Nesse trajeto, estabelecemos vínculos com comunidades de origens árabes e judaicas e ONGS que acolhem refugiados no Rio. Pudemos diversas vezes, ao final de uma sessão, contar com depoimentos de refugiados e historiadores, gerando conversas de altíssimo nível com a plateia e, assim, ampliando as possibilidades do espetáculo. “Brimas fala da possibilidade de encontros, de paz, independentemente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância”, conclui.


Ficha técnica:
Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil
Direção: Luiz Antônio Rocha
Assistente de direção: Valéria Alencar
Cenário e adereços: Toninho Lôbo
Figurino: Claudia Goldbach
Iluminação cênica: Aurélio De Simoni
Preparação de elenco: Beth Zalcman
Direção de produção: Sandro Rabello
Realização: Mabruk Produções, Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Diga Sim! Produções

Serviço
Brimas
Temporada:  de 02 a 23 de junho
Teatro Clara Nunes: Rua Marquês de São Vicente, 52/Shopping da Gávea
Telefone: (21) 2274-9696
Dias e horários:  Sábados, às 19h.
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).
Lotação: 743 pessoas
Duração: 1h10 minutos
Classificação indicativa: 10 anos.
Funcionamento da Bilheteria: Diariamente, das 13h às 21h. 

Assessoria de imprensa
Racca Comunicação

Rachel Almeida
(21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | racca.almeida@gmail.com

Rachel Almeida - Racca Comunicação
tel.: (21) 3579-1352 / (21) 99196-1489

O Rio H2K chega à sua oitava edição

Rio H2K chega à sua oitava edição entre 25 de maio e 3 de junho, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, com uma diversificada programação para todas as idades e gostos. No Rio H2K – Festival Internacional de Dança, o público não participa apenas assistindo aos espetáculos, mas também dançando em aulas com coreógrafos brasileiros e estrangeiros. O evento tem direção geral do produtor Miguel Colker e direção artística de Bruno Bastos. 
Em sete edições, o Rio H2K já recebeu 53 espetáculos, 174 coreógrafos, 877 workshops e um público aproximado de 400 mil pessoas. Durante dez dias, a Cidade das Artes se transforma num grande palco para a dança e suas múltiplas vertentes. O festival ocupa os espaços tradicionais do centro cultural (Grande Sala, Sala de Dança, Sala 1 e Teatro de Câmara) e cria novos palcos para abrigar a extensa programação: Palco Principal, Palco Start e Palco Solar. A estimativa da organização é receber um público de 2 mil pessoas por dia este ano.   
Rio H2K traz três companhias brasileiras – Cia. Deborah Colker, Grupo de Rua e Cia Crütz – e 23 coreógrafos nacionais e internacionais de sete países (Alemanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Israel, República Checa e Rússia) para ministrarem workshops para todos os públicos. No programa, também estão as apresentações do Showcase, uma mostra não competitiva com 11 grupos amadores do Brasil e de outros países; e do Rio H2K Battles, uma vibrante batalha de estilos entre 24 dançarinos. 
          

Espetáculo ‘Sobre Nós’ estreia, em 31 de maio, no Teatro Vannucci

Espetáculo ‘Sobre Nós’ estreia, em 31 de maio,
no Teatro Vannucci, com encenação sensorial que expõe nossos afetos, atitudes e angústias



A montagem marca a primeira experiência do diretor musical
 Charles Kahn na dramaturgia e na direção teatral

Por que será que há tanta falha de comunicação, mesmo entre pessoas tão próximas? Por que usamos subterfúgios em vez dizer aquilo que realmente nos angustia na relação com quem amamos? Por que brigamos por coisas tão banais, que escondem o motivo verdadeiro de uma insatisfação, de uma angústia? Há esperança na troca com o outro? Essas e outras indagações, que permeiam a vida em comum, motivaram a criação do espetáculo ‘Sobre nós’, que estreia dia 31 de maio, no Teatro Vannucci, e fica em cartaz até 29 de junho, sempre às sextas-feiras, às 19h (com exceção da estreia: quinta-feira, às 19h). É um espetáculo que se propõe a dialogar com o espectador pela identificação com sentimentos que são comuns a todos nós e que não necessariamente podem ser expressos em palavras.

O espetáculo marca a primeira aventura do experiente diretor musical Charles Kahn na dramaturgia e direção de espetáculo teatral. Com 60 anos de vida e 43 de carreira, ele resolveu estrear nessas novas funções por uma necessidade de expor em cena assuntos e sentimentos ausentes das conversas cotidianas. “O que me motivou foi uma precisão – no sentido de uma necessidade, uma urgência imediata em falar e ouvir sobre mim e sobre você, sobre o que nos toca, o que nos move e o que nos trava. Por que tenho tantos nós que eu mesmo poderia desatar?”, resume. “A peça não tem um enredo, uma história linear. Eu quis falar do humano, do lado sensitivo que existe em cada espectador. Parece que eu abri uma porta e nunca ia conseguir acabar de escrever o texto porque sempre há algo mais a dizer”.

Em cena, estão os atores Gabriel Zanelatto, Isabelle Lamoglia, Isabelle Nassar, Lívia Sales, Matheus Quintão e Raquel Menau, a maioria ex-alunos de Charles na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e da Escola Martins Pena. Para a trilha sonora, foram compostas, em sua maioria, músicas originais que também funcionam como narrativa. Na equipe criativa, também estão Nívea Faso (cenário e Figurinos), Marco Cardi (iluminação), Michel Robim (direção de movimento) e Pedro Jardim (Direção Musical). “Estou cercado de bons amigos. Hoje em dia, se você não se produz, dificilmente vai conseguir levantar o projeto que deseja. Então, resolvi colocar a mão na massa e convidar todos para este aventura”, completa Charles.


Sinopse:

Em meio a uma sociedade cada vez mais tecnológica e menos empática, o espetáculo propõe ao espectador uma experiência sensorial que busca refletir sobre nossos afetos, atitudes e angústias. Sem um enredo linear, a montagem destaca os conflitos existenciais que carregamos em todas as nossas relações.


Sobre Charles Kahn

Músico, arranjador e compositor. Trabalha com música para cinema, TV, rádio e teatro desde 1978, em mais de 250 montagens profissionais como Diretor Musical. Trabalhos premiados: “Jardins da Infância”, prêmio Molière; Integrante do grupo “Navegando”, que obteve inúmeros prêmios de melhor grupo do Rio de Janeiro; “Meu vizinho Comprou um Carro”, prêmio Rio Cine Festival de melhor trilha original; “O mágico de Oz” e “O Patinho Feio”, ambos indicados ao prêmio Coca-Cola de melhor música. Representou o Brasil no Festival Internacional de Teatro Jovem em Lion, França. Principais trabalhos em teatro: “Na Terra do Pau-Brasil”, direção de Ari Fontoura; “A Gaiola das Loucas”, direção de Jorge Fernando; “Segundas Intenções”, direção de Jose Renato, com Maria Zilda e Stepan Nercessian; “As Atrizes”, direção de Juca de Oliveira, com Tonia Carreiro, Lucélia Santos, Osmar Prado e Mauro Mendonça; “Chão de Estrelas”, direção de Renato Icarahy, com Paulo Goulart e Nicette Bruno; “Esta Noite se Improvisa”, direção de Amir Haddad; “Círculo de Giz”, direção de Lucia Coelho; “Entornando o Sonho”, direção de Daniel Hertz; “Jogos de Guerra”, direção de Cláudio Gonzaga, com Patrícia Pillar; “Soldadinho de Chumbo”, direção de Gilberto Gawronski; “Com o Rio na Barriga”, direção de Ernesto Piccolo; “Terror na Praia”, diversos diretores, entre os quais Anselmo Vasconcelos, Antonio Pedro e Ricardo Petraglia; “Os Cafajestes”, direção de Cininha de Paula; “Tiradentes”, direção de Aderbal Freire; “O Café”, direção de Luiz Fernando Lobo; e “Raimunda Raimunda” direção Regina Duarte.


Ficha técnica:
Texto e Direção: Charles Kahn
Elenco: Gabriel Zanelatto, Isabelle Lamoglia, Isabelle Nassar, Lívia Sales, Matheus Quintão e Raquel Menau
Cenário e Figurinos: Nívea Faso
Iluminação: Marco Cardi
Direção de Movimento:  Michel Robim
Direção Musical: Pedro Jardim
Identidade visual: Juliana Della Costa
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida    
Direção de Produção: Jenny Mezencio


Serviço:
Sobre Nós
Temporada:  De 31 de maio a 29 de junho.
Teatro Vannucci: Rua Marquês de São Vicente 52, terceiro piso, lj. 371, Gávea.
Telefone: 2239-8545
Dias e horários: Quinta (só no dia 31/05) e sextas, às 19h.
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). 
Lotação: 400 pessoas
Duração: 1h. 
Classificação indicativa: 12 anos.


Assessoria de imprensa
Racca Comunicação

Rachel Almeida
(21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | racca.almeida@gmail.com

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Riso Solto / Teatro Candido Mendes

RISO SOLTO é um espetáculo de standup comedy, leve, ágil e de humor despojado, que reúne um bando de sujeitos engraçados e com cara-de-pau suficiente para se apresentar sem o apoio de maquiagem, luz ou atores coadjuvantes. O texto é escrito pelos próprios comediantes, que exploram situações cotidianas, filtradas e ampliadas por um olhar bem humorado, que enxerga o que há de mais hilário no dia-a-dia do país e do mundo.

Local: Teatro Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica, Nº 63 – Ipanema.
Telefone: (21) 2523-3663
Sessões: Quinta às 20h
Período: 12/04 a 31/05
Elenco: Claudio Torres Gonzaga, Ed Gama, Rodrigo Fernandes e Convidados.
Classificação: 14 anos
Entrada: R$ 50 (inteira); R$ 25 (meia)
Funcionamento da bilheteria: Diariamente entre 14h e 20h
Gênero: Stand-up comedy
Duração: 60 minutos
Capacidade: 103 lugares (01 para cadeirante)

Memória da Alma / Teatro Candido Mendes


Baseada em histórias reais, a peça "Memória da Alma" expõe um acerto de contas entre uma mulher e seu filho mais velho. Numa cela de cadeia, eles passam suas histórias a limpo e relembram episódios marcantes de assédio, crueldade, omissão e o abuso que o menino sofreu do pai.

Local: Teatro Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica, Nº 63 – Ipanema.
Telefone: (21) 2523-3663
Sessões: De sexta a segunda às 20h
Período: Até 17/06
Texto: Fabiano Barros
Direção: Guilherme Scarpa e Camilo Pellegrini
Elenco: Juliana Teixeira e Niaze Neto
Classificação: 18 anos
Entrada: R$ 50 (inteira); R$ 25 (meia)
Funcionamento da bilheteria: Diariamente entre 14h e 20h
Gênero: Drama
Duração: 50 minutos
Capacidade: 103 lugares (01 para cadeirante)

Mamãe voltou / Teatro Candido Mendes


O espetáculo iniciou em 2017 numa turnê, começou em Cuiabá e passando pelas cidades de Itaguaí, Belo Horizonte, Acre e Salvador.  E agora fará sua estreia na cidade do Rio de Janeiro no charmoso Teatro Cândido Mendes.

Até aonde pode chegar a fixação de uma mãe por um filho? Dona Conceição irá nos mostrar exatamente isso. Ela é engraçada, afetuosa, teimosa e entre outras coisas, ela é capaz de ressuscitar dos mortos pra tomar conta da vida do filho Jorginho.

Uma celebridade, um caso comprovado de mulher ressuscitada, mãe de sete filhos, tem no seu xodó, Orlando Jorge, ou Jorginho como ela gosta de chamar, motivo suficiente pra não “parar no túmulo”, o ponto de partida para essa deliciosa comédia.

Orlando Jorge passou a vida sob os cuidados da mãe e, absolutamente tudo era controlado por Dona Conceição. Ela nunca fez por mal, na verdade acreditava estar protegendo o filho do mundo. Deixou projetos pra trás, abandonou amigos, família, descuidou da aparência, enfim, jogou tudo pro alto.    Na sala, Orlando Jorge conta sua história ao escritor Ivan, que tem a missão de escrever um livro sobre essa fascinante mulher.  Ele quer seguir seu caminho, é o dia do seu casamento e acha importante contar tudo, desde o inicio, para “se livrar” de vez da sombra da mãe, que não vai mais voltar... Será?

Local: Teatro Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica, Nº 63 – Ipanema.
Telefone: (21) 2523-3663
Sessões: Terças e quartas às 20h
Período: De 10/04 a 06/06

Texto e Direção: Rodrigo Scheer
Elenco: Vander Rabelo, Raphael Monteiro, Marcos Alessandro e Leandro de Paula.
Classificação: 12 anos
Entrada: R$ 50 (inteira); R$ 25 (meia)

Funcionamento da bilheteria: Diariamente entre 14h e 20h

Gênero: Comédia
Duração: 60 minutos
Capacidade: 103 lugares (01 para cadeirante)


“Da mala que sai” / Teatro Candido Mendes


A peça teatral “Da mala que sai” mostra o dia a dia do “Trio Popular”, um grupo teatral composto por três atores muito criativos e brincalhões que fazem teatro pelo mundo afora e estão sempre a vagar levando arte para todos, em todos os cantos. Por serem itinerantes andam sempre carregados de malas e suas malas, portanto, são suas casas. Em cada lugar que escolhem para apresentar uma peça, criam uma história diferente, se divertem com as surpresas que surgem por nunca saberem o que vai acontecer no momento da criação. O curioso é que a partir de suas malas pessoais de viagem vão descobrindo objetos que podem se transformar e significar muitas coisas.
Além dos atores criarem seus personagens a partir dos objetos tirados de suas malas, também convidam o público a imaginar junto com eles e até a criar personagens. A brincadeira, a criatividade e as surpresas são essenciais para o “Trio Popular” criar boas histórias.

Local: Teatro Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica, Nº 63 – Ipanema.
Telefone: (21) 2523-3663
Sessões: Sábados e Domingos às 16h
Período: De 21/04 a 03/06
Texto e Direção: Grupo Sintonia Dominó
Elenco: Lilian de Matos, Raphaela Tafuri e Walney Gomes.
Classificação: Livre
Entrada: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia)
Funcionamento da bilheteria: Diariamente entre 14h e 20h
Gênero: Infanto-juvenil
Duração: 50 minutos
Capacidade:
 103 lugares (01 para cadeirante)