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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

27º FESTIVAL PANORAMA OCUPA DIVERSOS ESPAÇOS DO RIO DE JANEIRO DE 2 A 24 DE NOVEMBRO

O Festival propõe um convite a respirar e estar juntos. A resistir e re-existir. A 27ª edição do Festival Panorama, mais importante evento de artes do corpo, dança e performance no Brasil e um dos principais da América Latina, traz ao Rio de Janeiro, de 2 a 24 de novembro, 22 atrações estrangeiras e brasileiras, com espetáculos, exposições, conversas, residências e outras atividades em linguagens diversas que se destacam na cena contemporânea mundial. 
Nesta edição, o festival destaca a importância da ampliação do eixo cultural nacional e convida o festival Junta – Festival Internacional de Dança, de Teresina, para ser o curador nacional. A parceria marca a criação de novas possibilidades de experiências, dando corpo às novas produções artísticas. Na programação conjunta, três espetáculos, oficinas, intervenções, conversas, entre outras atividades. Em realização conjunta ainda com o Festival Junta e com o Programa Pontes, do British Council e do Oi Futuro, o Panorama recebe a exposição Corpo de Som, da artista britânica Helen Cole e do carioca Floriano Romano. 
Com sua programação múltipla, o festival, este ano, ocupa espaços convencionais como o CCBB, Centro Municipal de Artes Helio Oiticica, Espaço Cultural Sérgio Porto; locais públicos como a Praça Tiradentes; e ambientes inusitados como a sobreloja AZ Sustentabilidade, quer se transformará numa grande Galeria, e do sobrado que abriga a produção do Panorama e, pela primeira vez, receberá público. As atividades têm preços acessíveis, que variam entre R$ 30 ou entrada franca. “Vamos celebrar nossa existência da única forma que sabemos: resistindo”, resume Nayse Lopez, diretora artística e curadora do festival. 

ESTREIA 
Nesta edição, o Panorama propõe um convite à reflexão sobre o ato de respirar e apresenta a exposição Corpo de Som, que fica em cartaz no Centro Municipal Helio Oiticica, entre 3 e 24 de novembro. 
O trabalho consiste na recriação da instalação sonora ‘Breathe’ (Respire) com artistas do Rio de Janeiro e de Teresina, através do registro de suas respirações durante uma dança livre e exaustiva, captadas em áudio. A exposição conta ainda com duas esculturas sonoras do carioca Floriano Romano e sua arte que mescla paisagens corporais e paisagens sonoras. 
A obra sonora ‘Breathe’ foi exibida no Festival Internacional de Performance de Veneza, no Gibney Dance Studios, em Nova York e no IBT17 Festival, em pequenas salas escuras e porões cavernosos.

PANORAMA + JUNTA 
Abarcando a importância de desenvolver novos curadores e a ampliação deste eixo cultural, o Festival Panorama 2018, convidou o jovem festival Junta – Festival Internacional de Dança, de Teresina, que está em sua 4º edição, para ser o curador nacional deste ano. A parceria quer criar novas possibilidades de experiências e dar corpo às novas produções artísticas. Como a do piauiense Datan Izaká, que convida o público para uma experiência intimista em E | N | T | R | E, coreografia de três performers, um ambiente sensorial e um emaranhado de fios. A ideia parte do principio de que tudo é movido à partir de uma cadeia de enganchamentos na vida. Também do Piauí vem o espetáculo Treta, fruto de dois anos de pesquisas no Campo Arte Contemporânea e da Casa de Hip Hop Balde, que resultou no que o grupo Original Bomber Crew classifica como ‘uma explosão poderosa a partir do movimento’. O espetáculo Trindade traz ao palco três personagens – a drag, o cavalo e o xaile – interpretados por membros da companhia Só Homens Cia de Dança, que desenvolvem uma dramaturgia criada por Samuel Alvís ao som de fados portugueses e questionam: ‘O que define a sua natureza?’. 

ATRAÇÕES NACIONAIS 
O viés político com o cenário atual como pano de fundo também é abordado pelo festival em Domínio Público, uma resposta artística ao momento que vive o Brasil, onde artistas e seus trabalhos são "censurados e atacados". O espetáculo é um convite a um passeio pela História e um convite à uma reflexão política, poética e pedagoga. Assinada por Elisabete Finger, Maikon K, Renata Carvalho, Wagner Schwartz, a apresentação tem como proposta estabelecer relações entre as múltiplas interpretações projetadas sobre a Mona Lisa e as projeções criadas pela sociedade sobre as vidas, identidades e trabalhos de quatro atores em cena. 
Em Só, Denise Stutz une palavra e dança com a história de uma mulher que se prepara para sua última apresentação teatral e convida o público a debruçar-se sobre suas reflexões a acerca da passagem do tempo, velhice e outros questionamento. Com colaboração de Inês Vianna, o monólogo entrega à plateia os rumos da história da protagonista. 

AÇÕES, CONVERSAS E ENCONTROS 
Em busca do mundo que queremos, o Festival Panorama 2018 abre seu sobradinho e convida a todos para os encontros na Sala de Estar. A ideia é conviver, dividir e estar junto. Respirar, comer, conversar, rir, tocar, amar, dançar, tocar, cantar, trocar. Também em sua casa, o Panorama apresenta a obra Por Um Fio, ação do Coletivo em Silêncio, um convite a diálogos, dispositivos de aproximação e olho no olho. 
Seguindo este movimento de troca, o Panorama, em parceria com o LAbCrítica - projeto de pesquisa e extensão, vinculado aos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Dança do Departamento de Arte Corporal (DAC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - convida o público a debater sobre as obras, as curadorias e os espaços-tempos em que vivemos. Desta imersão na programação do festival, transformada em produção textual, sairá uma publicação a ser lançada ao fim desta edição. 
A Praça Tiradentes recebe a ação Piquenique, que convida a todos a ocuparem o espaço público e romperem as fronteiras entre o público e o privado, com comidas, bebidas e conversas. Também na Praça, o ato de respirar se transforma em uma ação coletiva e performática, através de exercícios conduzidos na ação Respiração. 

ESPAÇOS 2018

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL 
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro - (21) 3108-2100 R$ 30,00 / R$ 15,00 (meia) | Exposição: entrada franca www.eventim.com.br 

CENTRO MUNICIPAL DE ARTES HÉLIO OITICICA  
R. Luís de Camões, 68 – Centro - (21) 2242-1012 Entrada franca 

PRAÇA TIRADENTES 
Praça Tiradentes, s/n – Centro Entrada franca *Parceria com Tiradentes Cultural 

ESPAÇO CULTURAL MUNICIPAL SÉRGIO PORTO 
Rua Humaitá, 163 – Humaitá / Rio de Janeiro (Entrada pela Rua Visconde Silva s/n) - (21) 2535-3846 R$ 20,00 / R$ 10,00 (meia) 

CENTRO COREOGRÁFICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO  
R. José Higino, 115 – Tijuca (21) 3238-0357 Inscrições prévias 

AZ SUSTENTABILIDADE 
Av. Nossa de Copacabana, 828/Sobreloja – Copacabana R$ 20,00 / R$ 10,00 (meia) 

SOBRADO PANORAMA 
Rua da Lapa, 213/Sobrado – Centro – (21) 2210-4007 Entrada franca 

DESCONTOS 
Descontos não cumulativos. Em todos os casos é necessário apresentar documentação comprobatória. 

TÊM DIREITO A 50% DE DESCONTO NA COMPRA DO INGRESSO: 
• Estudantes, maiores de 60 anos, menores de 21 anos, portadores de deficiência e professores da rede municipal de ensino; 
• Classe artística mediante apresentação das carteiras do DATED, SBAT, SPDRJ; 
• Equipe do festival apresentando o crachá; 
• Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto: moradores da cidade do Rio de Janeiro; 
• Centro Cultural Banco do Brasil: clientes BB e assinantes O Globo. 

PATROCÍNIO 
O Festival Panorama 2018, tem patrocínio da Oi, através do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria Estadual de Cultura e Lei de incentivo à Cultura. E conta com o apoio do Programa Pontes (parceria do British Council e Oi Futuro) e do Centro Cultural do Banco do Brasil. 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: www.palavraonline.com (21) 3204-3124 
Direção 
Cristina Rio Branco cristina@palavraonline.com 
Atendimentos: 
Tatiana Garritano tatiana@palavra.inf.br

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Elizeth Cardoso ganha homenagem em musical com Izabella Bicalho

ELIZETH, A DIVINA

Elizeth Cardoso ganha homenagem em musical com Izabella Bicalho


Um resgate da memória de Elizeth Cardoso, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Essa é a missão do espetáculo “Elizeth, a Divina” que chega aos palcos do Teatro das Artes em 9 de novembro para uma curta temporada até 2 de dezembro, com apresentações sextas, às 17h, sábados, às 21h, e domingos, às 19h30. Inspirado no livro biográfico da artista “Elizeth Cardoso, uma Vida”, escrito por Sergio Cabral, o espetáculo apresenta momentos marcantes da vida de Elizeth Cardoso, os grandes encontros, as paixões, os shows memoráveis e sua força poética por meio da música, do humor e da elegância, marcas registradas da personalidade da artista.

Com direção de Sueli Guerra e supervisão geral de João Fonseca, a atriz Izabella Bicalho, que também é responsável pela dramaturgia, vive Elizeth Cardoso e os cantores-atores Cilene GuedesJefferson Almeida e Dennis Pinheiro se revezam entre diversos personagens. Junto com os músicos Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão), eles interpretam ao vivo canções memoráveis de compositores como Cartola, Lupicínio, Herivelto, Pixinguinha, Noel Rosa, Ary Barroso, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O cenário de Nello Marrese e o figurino de Reinaldo Elias trazem o glamour de que tanto Elizeth gostava e a atmosfera romântica de suas canções. A direção musical é de Tony Lucchesi e a produção é da Tema Eventos Culturais.

A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.


“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.

SERVIÇO

“ELIZETH, A DIVINA”
Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea: Rua Marquês de São Vicente 52. Tel.: (21) 2540-6004
Temporada: de 9 de novembro a 02 de dezembro
Apresentações: sexta às 17h, sábado às 21h e domingo às 19h30.
Ingressos: R$ 70 (sexta e domingo) e R$ 80 (sábado).
Gênero: teatro musical. Duração: 100 min. Lotação: 421 lugares. Classificação indicativa: livre

FICHA TÉCNICA

Texto: Izabella Bicalho
Supervisão geral: Joao Fonseca
Direção: Sueli Guerra
Direção musical: Tony Lucchesi (premiado em 2018 pelo musical “Bibi, uma vida em musical”)
Elenco: Izabella Bicalho, Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro
Músicos: Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão)
Cenário: Nello Marrese
Figurinos: Reinaldo Elias
Produção: Tema Eventos Culturais

REPERTÓRIO MUSICAL DO ESPETÁCULO (em ordem alfabética)
Apelo (Vinicius de Moraes e Baden Powell)
As Praias Desertas (Tom Jobim)
Barracão de Zinco (Luiz Antonio e Oldemar Magalhães)
Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho)
Canção da Volta (Antonio Maria e Ismael Neto)
Canção de Amor (Elano de Paula e Chocolate)
Chega de saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim)
Carinhoso (Pixinguinha)
Chão de Estrelas (Orestes Barbosa e Silvio Caldas)
É Luxo Só (Ary Barroso)
Feitiço da Vila (Noel Rosa)
Isso Aqui É o Que É (Ary Barroso)
Jamais (Jacob do Bandolim)
Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)
Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria)
Meiga Presença (Otavio de Moraes e Paulo Valdez)
Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)
Naquela Mesa (Sergio Bittencourt)
Nossos Momentos (Luiz Reis e Haroldo Barbosa)
Olhos Verdes (Vicente Paiva)
Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes)
Todo Sentimento (Chico Buarque e Cristovão Bastos)


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Catharina Rocha
+55 (21) 9-9205 8856 | 2587 2402

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A comédia dramática ‘Rugas’ estreia, dia 31 de outubro, no Teatro Maison de France

Com direção de Amir Hadadd, a comédia dramática ‘Rugas’ estreia, dia 31 de outubro,
 no Teatro Maison de France


Em cena, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim vivem uma série de personagens 
que mostram como a velhice pode ser criativa e poderosa


Por que as palavras velho, velha e velhice são usadas de maneira pejorativa? Por que os velhos sofrem preconceito e, muitas vezes, se veem desamparados e rejeitados? Como promover uma maior relação entre as gerações? Há três anos, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim estudam o tema e tentam responder essas perguntas – a dupla realizou dezenas de entrevistas com pessoas de 40 a 80 anos, leu livros que falavam sobre o assunto e se debruçou sobre trabalhos acadêmicos e artísticos. Esse material chegou às mãos do dramaturgo Hérton Gustavo Gratto, que escreveu a comédia dramática ‘Rugas’ a partir da reflexão sobre essas questões (o autor foi indicado ao 6º Prêmio FITA de Teatro na categoria Revelação por este texto). Com direção do premiado Amir Haddad, o espetáculo chega ao Rio, no dia 31 de outubro, para temporada no Teatro Maison de France, onde fica em cartaz às quartas-feiras, às 18h30, até o dia 12 de dezembro.
“Este é um assunto importante, tocante e delicado. Mas também bastante perigoso. Qualquer resvalo para o melodrama poderá colocar atores, personagens e a plateia num beco sem saída. Não somo eternos. Seria insuportável se fossemos. Por isso a vida, assim como o teatro, tem que ser vivida até o fim. Como se fossemos eternos. Eternamente velhos, eternamente novos”, avalia o diretor Amir Hadadd.
Aos 65 anos, Vanja Freitas começou a vivenciar uma série de situações que a fez refletir sobre essa fase da vida. Ao lado de Claudiana Cotrim, de 48 anos, passou a observar como as pessoas mais velhas atravessavam a rua e como se relacionam com a cidade. Os livros ‘A velhice 1 – a realidade incômoda’ e ‘A velhice 2 – a relação com o mundo’, de Simone de Beauvoir, e ‘Como envelhecer’, de Anne Karpf, também fizeram parte da pesquisa da dupla.
“Eu espero que o público se divirta e reflita sobre essa fase da vida que pode ser criativa e poderosa. Queremos passar uma mensagem amorosa e incentivar as pessoas a olharem mais para os velhos”, conta Vanja. “Uma amiga de 89 anos me disse uma coisa interessante: ninguém se prepara para envelhecer. E qual é a outra opção de não envelhecer?”
A história do espetáculo gira em torno de uma cientista gerontóloga (que estuda o envelhecimento) e deseja fazer o tempo parar. Para isso, vai estudar no exterior e quase não tem mais contato com sua mãe. Até que um dia, durante uma palestra, recebe um telefonema da cuidadora dizendo que a mãe está muito doente e precisa ver a filha. O que ela vai fazer? Na trilha sonora do espetáculo, estão músicas como 'Que sera, Sera' de Doris Day, um hino dos anos 50, 'Jura' de Zeca Pagodinho, ‘Meu mundo caiu’, eternizada por Maysa; ‘Fascinação’, famosa na voz de Elis Regina; ‘Bodas de Prata’, de Maria Bethânia, entre outras.
“A partir da relação delas, a gente propõe ao espectador que pense sobre algumas questões: ‘o que você vai ser quando envelhecer?’ ou ‘quando você se sentiu velho pela primeira vez[RA1] ?. O público mais velho vai se identificar profundamente e os jovens vão ter a oportunidade de mudar seu pensamento a respeito do próprio futuro”, completa a atriz Claudiana Cotrim.
Sinopse

Cientista que deseja fazer o tempo parar reencontra a mãe idosa e reflete sobre o envelhecimento.

Vanja Freitas (atriz e idealizadora)

Atriz formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Artista plástica formada pela Escola de Belas Artes – UFBA.  Atuações em teatro: “Álbum de Família” (direção: José Possi Neto, 1978), “América Dreams” (dir.: José Possi Neto, 1979), “Estórias de lenços e ventos” (dir.: Paulo Dourado, 1979), “Exercitando” (dir.: Sérgio Britto, 1987), DomQuixote (dir.: Ricardo Maurício, 1994), “Sarau do Machado” (dir.: Ric. Maurício, 1995), “Kafkamachine” (dir.: Marília Martins, 2005), “A vida como ela é” (dir.: Bruno Rodrigues, 2012), “Como nasce um cabra da peste” (dir.: Júlio Wenceslau, 2014-15), “Bonitinha mais ordinária” (dir.: Ana Zettel, 2015). Atuações em TV: “Sítio do Pica Pau Amarelo” (TV-E, 1980), programa “TV Escola” (TV-E, 1996), e nas seguintes telenovelas ou minisséries da TV Globo: “Você decide” (1995), “Salsa e merengue” (1996), “Hilda Furacão” (1998), “Pecado capital” (remake, 1998), “Laços de família” (2000), “Velho Chico” (2016), Muito além do Paraíso (2018). Cinema: curtas “Fando e Liz” (texto de Arrabal, dir.: Antônio Alcântara, 1977), “L.X.O.” (dir.: Ronaldo Ghermann, 1980), “Uma história de borboletas (de Caio Fernando Abreu, dir.: Flávio Colker, 1994), longa-metragem “Araras” (dir.: Sabrina Mc Cormick, 2016), “21, mão na cabeça” (dir.: de Milton Alencar). Figurinista: curso de figurino com Colmar Diniz – Faculdade CAL (2016); peças “Bonitinha, mas ordinária” e “Andarilho” (2016). Diretora: “O Rinoceronte”, de Ionesco, e cena da peça “Vestido de noiva”, ambos no teatro Sesc da Tijuca.


Claudiana Cotrim (atriz e idealizadora)

Atriz formada pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão em 1997, graduada em Letras e pós-graduada em Psicopedagogia. Desenvolveu a pesquisa “A autonomia do ator em cena”. Ministra oficinas de teatro sobre o tema Ator-Autor-Autonomia. Como atriz, seu repertório de trabalhos inclui performances, espetáculos de teatro, contação de histórias, oficinas de teatro, de contadores de histórias e de oratória, telenovelas, filmes e preparação de atores. Atuou na novela “Chamas da Vida”, da Rede Record. Na Rede Globo, teve participação nas novelas “Da cor do pecado”, “Ti-Ti-Ti”, “Avenida Brasil”, “Salve Jorge”, “Em Família”. Ganhou o prêmio de melhor atriz em 2011 com o espetáculo solo “Medeia” (baseado na obra de Eurípides) no 18º Festival Nacional de Monólogos Ana Maria Rêgo. Integrou o elenco de “Hotel Medeia – da meia noite ao amanhecer”, no Oi Futuro (Flamengo), além de trabalhos na linguagem audiovisual: ‘Medeias precisam de auxílio’ curta metragem de Gleyser Azevedo (MA); “De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti; e “O próximo rosto” curta metragem de Stéphane Dosse (França, 2009). Criou o projeto Teatro na Corte, com apresentações cênicas em espaços extracotidianos. Atuou também como atriz em “Os Homens Também Amam” (direção de Rodrigo Scheer, Teatro Clara Nunes, Rio), “Detetive – a peça” (direção do Rodrigo Scheer, Teatro Cândido Mendes, Rio), “Intervalo’ (direção de Josué Soares Teatro Vannucci, Rio). Dirigiu os espetáculossolo “Andarilho”, com o ator Carlos Rosario, e “Mariazinha’s”, com a atriz Maria Ethel.

Amir Haddad (diretor)

Com José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi e outros criou, em 1958, o Teatro Oficina — ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Candida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa. Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou prêmio de melhor direção. Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardozo, e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Aqui, é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau. Em 1972, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor, com a peça Tango, de Slawomir Mrozec. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974. Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Realiza, também, trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000. A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua.



Ficha técnica:

Texto: Hérton Gustavo Gratto
Direção: Amir Haddad
Elenco: Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Iluminação: Marcelo Camargo
Figurino e cenografia: Lorena Sender
Preparação corporal: Claudiana Cotrim
Preparação vocal: Vanja Freitas
Fotografia e vídeos de ensaio: Ana Clara Catanhede
Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Produção: Diga Sim Produções!

Serviço:
Rugas
Temporada: 31 de outubro a 12 de dezembro
Teatro Maison de France: Av. Pres. Antônio Carlos, 58 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Telefones: 2544-2533
Dias e horários: Quarta, às 18h30.
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).
Lotação: 355 pessoas
Duração: 1h05
Classificação indicativa: Livre.


Assessoria de imprensa
Racca Comunicação

Rachel Almeida
(21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | racca.almeida@gmail.com




Rachel Almeida - Racca Comunicação
tel.: (21) 3579-1352 / (21) 99196-1489

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

TEATRO RAUL CORTEZ APRESENTA A PEÇA INFANTIL “RYDER E SEUS AMIGOS”


TEATRO RAUL CORTEZ APRESENTA A PEÇA INFANTIL “RYDER E SEUS AMIGOS”

O Teatro Municipal Raul Cortez apresenta neste domingo, 09/09, às 16h, o espetáculo infantil “Ryder e seus amigos”. O público irá se divertir com as aventuras desta turma que mistura habilidades únicas e muito bom humor canino para resolver problemas. Juntos eles trabalharão em uma missão arriscada para proteger a humanidade. Os interessados poderão comprar os convites antecipados a R$ 10,00. Mais informações, 2652-9084 e 99543-6559.
TEATRO RAUL CORTEZ APRESENTA A PEÇA INFANTIL “O CICLO SEM FIM – REI DA SELVA”
O Teatro Municipal Raul Cortez apresenta no dia 16/09, às 15h, o espetáculo teatral “ O Ciclo sem Fim – Rei da Selva”. A peça infantil, baseada no filme da Disney, conta a história de Mufasa, o Rei Leão, e a rainha Sarabi que apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki, mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Oscar, o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e herdar o trono. Os ingressos serão vendidos na bilheteria do teatro por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Siga a página do teatro porque muitas novidades prometem movimentar a cidade de Duque de Caxias neste espaço cultural.
TEATRO MUNICIPAL RAUL CORTEZ APRESENTA “ALICE E DOROTHY - UM MUSICAL ALÉM DO ARCO-ÍRIS”
O Teatro Raul Cortez apresenta nos dias 15 e 16/09, às 17h, a peça teatral “Alice e Dorothy – Um Musical Além do Arco-Íris. Durante a atração as crianças poderão acompanhar as aventuras das personagens dos dois clássicos da literatura que juntas terão que desvendar um grande mistério. Os interessados poderão comprar os convites antecipados a R$15,00 (meia) e R$ 30,00 (inteira). Mais informações, 97665-3407 e 97665-7572.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

TEATRO RAUL CORTEZ CELEBRA 12 ANOS DE CULTURA NA BAIXADA FLUMINENSE

No dia 23 de setembro de 2006 Duque de Caxias ganhava o mais importante aparelho cultural público da América Latina, o Teatro Municipal Raul Cortez.
Com capacidade para 440 espectadores, o Teatro Raul Cortez faz parte do Centro Cultural Oscar Niemayer, que compreende ainda a Biblioteca Municipal Governador Leonel de Moura Brizola e o espaço público da Praça do Pacificador, no centro de Duque de Caxias. O palco tem a peculiaridade de ser reversível, assim os espetáculos podem ser apresentados para o público interno e externo.
Para celebrar o aniversário de 12 anos do Teatro Raul Cortez, a Secretaria Municipal de Cultura de Duque de Caxias presenteia o público com o espetáculo “Precisa-se de Velhos Palhaços”, com texto de Matei Visniec e direção de Anderson Marques.
A peça retrata o reencontro, depois de trinta anos, de três palhaços numa sala onde aguardam uma entrevista de emprego. São palhaços, mas também homens cheios de angústias, lembranças e histórias para contar. Uma mistura de drama e comédia. Encenada por Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha, do grupo Velhos Amigos. A peça é uma remontagem da peça do romeno Matei Visniec, originalmente chamada de “Um Trabalhinho para Velhos Palhaços”. O elenco é composto por Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha.
A Secretária de Cultura, Daniele Reis, afirmou que está feliz. “Nesse dia do espetáculo o teatro também começará a usar a utilizar a nova iluminação, conquistada através do último edital da Funarte. Além disso, é a data que o teatro foi inaugurado há 12 anos”.
A administração do teatro mantém parceria com as produções artísticas, através do projeto de formação de plateia, com a apresentação de vários espetáculos com entrada gratuita, priorizando estudantes da rede pública municipal. Mais informações sobre o Teatro Municipal Raul Cortez estão disponíveis emwww.facebook.com/teatromraulcortez/
Espetáculo marca a estreia dos novos equipamentos de iluminação cênica
No aniversário de 12 anos do Teatro Municipal Raul Cortez o público ganha mais um presente, com a estreia dos equipamentos de iluminação cênica com os quais o município foi contemplado através do Edital da Fundação Nacional de Artes (Funarte) de Iluminação Cênica 2017. O Teatro Municipal Raul Cortez foi escolhido entre dezenas de concorrentes, como um dos 54 espaços cênicos contemplados pelo Edital.
Para a secretária municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias, Daniele Reis, ser o único espaço público cênico contemplado pelo Edital Funarte na Baixada Fluminense, foi uma grande vitória para a gestão, para o ator e para o público. “Estamos muito felizes. É uma resposta a todo o trabalho que a atual gestão municipal e a SMCT vem desenvolvendo para revitalizar a cultura no município. Que venham mais editais como este, para que a cultura de Duque de Caxias seja valorizada. Quem ganha é o público, o cidadão caxiense”.
O conjunto de equipamentos de iluminação cênica recebido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo é composto por uma mesa digital de controle de iluminação, seis módulos de potência digital de 12 canais, dezesseis projetores plano convexo com lâmpada halógena, dez projetores Fresnel OM com lâmpada halógena, seis projetores elipsoidal com lâpada halógena, oito refletores Set-light com lâmpada halógena, doze refletores PAR 64, doze lâpadas PAR 64 e seis cabos de interligação.
Serviço:
“Precisa-se de Velhos Palhaços”
Estreia: Dia 23 de setembro, às 17h
Local: Teatro Municipal Raul Cortez
Endereço: Praça do Pacificador, Centro - DC
Classificação Indicativa: a partir dos 10 anos
Duração: 50 minutos
Entrada Gratuita
Ficha Técnica do espetáculo
Texto: Matei Visniec
Direção: Anderson Marques
Elenco: Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha
Figurino: Grupo Velhos Amigos
Figurino e maquiagem: Tiago Costa
Iluminação: Pablo Rodrigues